A RELIGIÃO NA HUNGRIA

A maioria dos húngaros eram cristãos no século X, data da criação do reino da Hungria. O primeiro rei, São Estevão I trouxe o cristianismo ocidental ao país. E assim, a Hungria permaneceu até o século XVI, quando a onda protestante que atingia a Europa chegou ao país. Primeiro com o luteranismo e após com o calvinismo. Mas na segunda metade desse mesmo século, os jesuítas preparam uma grande contra-reforma para buscar novamente os fiéis perdidos. Construíram diversas escolas, igrejas e a mais antiga universidade da Hungria, que permanece até hoje, a Pázmány Péter. Alguns lugares afastados de Budapeste, principalmente ao redor de Debrecen e na Transilvânia ainda seguiram o protestantismo e assim o fazem até hoje.
A Hungria sempre foi berço dos judeus, desde os primórdios da Idade Média, até a maior sinagoga da Europa se localiza em Budapeste. Entretanto, a maioria dos judeus sofreu pelo holocausto, durante a invasão alemã na Segunda Guerra Mundial. A grande maioria foi deportada para os campos de concentração ou simplesmente executada. Atualmente, declaram-se judeus apenas 0,1% de toda a população húngara.
A grande maioria da população é de Cristãos, que chegam a quase 75% de toda a população. A maioria é de católicos(54,5%)[17], mas a população protestante é numerosa também(19,5%)[18]. O número de pessoas que se definiram sem-religião é de 14,5%, que está bem próximo à média européia.

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