POESIA DE AULA - AULA DE POESIA - CORPO COMO O PRÓPRIO VERSO: Abraços Grátis num mundo capitalista

Laboratório expressivo saborear cada gesto, cada olhar, cada ato tímido ou oferecido, permitido e particular...

Do acolhimento à repulsa, do querer travado à pessoa avulsa, dos travamentos aos tatos inesperados, os opostos ficaram a mostra nesses personagens efêmeros das classes.

Esses tipos andantes com destinos rigorosos, (sejam os professores profetas a caminho de seus destinos ou dos alunos desavisados, advertidos, estigmatizados) desesperados e muitos com cabrestos, estão sufocadamente atrasados, preocupados e me incluo nessa massa quando a burocracia se equilibra paralelamente a minha arte, à nossa arte; ai ela perde o fôlego, isso é sentido. Mas tá mais que proibido deixa-la perder o ar. Nosso brincar de ser feliz é coisa séria e assim a aula é um suspirar!

Fomos provocando, sorrindo, indo e voltando! Chegamos ao que desejávamos, a bolha foi rompida!

“Abraço Grátis” pode ser um trocado, um punhado, apanhado, achado capital humano, nesse mundo capitalista rotativo.

O gesto repetitivo não foi em momento algum o mesmo!

Repetir daqui pra frente, será: Pedir de novo que as ilhas particulares que passeiam pelos corredores, (antes dores, dores, dores), se conectem com o ritmo cardíaco de uma outra ilha.

As “batidas-tato-peitoral” são mágicas de senso humano em demasia. um peito que se aproxima de outro peito para dizer bom dia.

Assim somos melhores, somos alunos geniais, somos arquipélagos relacionais.

Tiago Ortaet


Uma pequena pausa para alguns ajustes

Parabéns a nossa fotógrafa da vez BIA da 7ªH - LINDOS REGISTROS

Nossos encontros são para posteridade!!!

Encantamento meu!

Perambulantes no melhor dos sentidos :)

Um mega abraço coletivo na COORDENADORA: Uhuuuuuu!!!!

ABRAÇO NÃO ARRANCA PEDAÇO!


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